quarta-feira, 15 de abril de 2020

NOVOS TEMPOS



Esta situação em que vivemos, que apareceu de repente sem avisar, sem sabermos de onde e porquê,  penso com muita frequência no que deve ser e no que não deve ser, no que foi o passado e no que será o futuro. Na minha cabeça há uma baralhação continua neste tempo que nos consome e que nos impede de pensar no futuro.
No entanto, o único tempo verdadeiramente real é: o presente.
Esse presente que, certamente, nos vai obrigar a uma meditação mais profunda e que deve ser: aprender de novo a ver, aprender de novo a ouvir, aprender de novo a um outro comportamento.
Só quando todos tivermos enveredado por este caminho de reeducação, tornando a vida mais enriquecida e mais útil, chegaremos à conclusão que as tragédias também podem servir para melhorar a nossa vida.

14 de Abril 2020
 Maria do Carmo Branco

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